Skip to main content
Os melhores locais para fotografar em Salzburgo (e a verdade honesta sobre cada um)

Os melhores locais para fotografar em Salzburgo (e a verdade honesta sobre cada um)

Há uma frustração particular que acomete quem chega a um lugar bonito com uma câmara e o encontra cheio de outras pessoas com câmaras. Não porque tenhamos direito exclusivo à vista — não temos — mas porque a fotografia que imaginámos, a da luz sossegada e da rua deserta, evidentemente não é a fotografia que vamos fazer hoje.

Passei três dias em Salzburgo exclusivamente à caça de fotografias, e saí de lá com uma sensação complicada em relação aos lugares mais fotografados da cidade. Alguns são belos apesar de sobre-fotografados. Outros só se revelam quando chegamos antes dos outros. Uns poucos de que não esperava nada surpreenderam-me genuinamente. O que se segue é um relato de cada local principal, de como a fotografia fica quando é feita a sério, e das condições honestas necessárias para a fazer bem.

LocalMelhor horaNível de afluência nessa hora
Escadaria dos Jardins Mirabell6h00–8h30Baixo
Getreidegasse7h00–7h15Muito baixo
Pontes sobre o rio SalzachHora douradaGerenciável
Escadaria da Abadia de Nonnberg9h–11hBaixo
Miradouro do Kapuzinerberg9h30–11h ou 18hBaixo
Margem norte de Hallstatt7h00–9h00Baixo antes das 9h, fila até às 10h30

Os jardins de Mirabell a partir dos degraus: o cenário da fortaleza

A fotografia que aparece em todos os artigos de viagem sobre Salzburgo mostra os jardins formais do Palácio de Mirabell em primeiro plano — a fonte central, as sebes aparadas, as estátuas de anões a ladearem o terraço de pedra — com a Fortaleza de Hohensalzburg a erguer-se abruptamente atrás, no seu rochedo. É uma composição genuinamente excelente: a geometria barroca e ordenada do jardim contra a massa medieval da fortaleza, separadas pelos telhados vermelhos da cidade velha e pela encosta verde do Festungsberg. Num dia limpo com a luz certa, é uma das composições de paisagem urbana mais conseguidas que já encontrei.

O problema, e é considerável, é que os jardins abrem às 6h e os grupos turísticos começam a chegar às 9h. A janela de fotografias verdadeiramente sem multidões na época alta (maio a setembro) é aproximadamente das 6h às 8h30. A luz durante essa janela no verão é boa mas não extraordinária — a fortaleza fica virada sensivelmente para sul, por isso recebe uma luz matinal razoável. A luz da tarde é melhor, com o sol a ocidente a incidir directamente na fortaleza, mas os jardins estão mais cheios ao fim do dia.

A minha melhor imagem aqui surgiu às 6h40 de uma manhã de semana em finais de maio, com nuvens e uma faixa de céu limpo no horizonte oriental, o que deu à fortaleza uma luz suave e quente enquanto o jardim em primeiro plano permanecia na sombra fria. Fui o único naquela secção dos jardins durante cerca de vinte minutos. Às 7h15 chegou um fotógrafo com equipamento profissional, e acenámos um ao outro da forma característica de quem fez o mesmo cálculo.

O guia dos Jardins de Mirabell cobre em detalhe o layout do jardim. Para fotografia: posicione-se no topo dos degraus principais do jardim, ligeiramente à esquerda do centro, de modo a que o eixo da fonte aponte directamente para a fortaleza. Um equivalente a 24–35 mm é a distância focal certa. Focal mais longa é possível, mas comprime o jardim até ao nada.

A Getreidegasse às 7h: a única versão honesta

A Getreidegasse, a rua comercial estreita da Altstadt de Salzburgo, é a rua mais fotografada da cidade. As insígnias em ferro forjado das guildas que se projectam das fachadas, as passagens em arco mouro que ligam a rua às ruelas paralelas, a perspectiva medieval comprimida — tudo isso convida à fotografia natural. Também convida a 4.000 fotografias naturais por dia, tiradas por 4.000 pessoas a partir de mais ou menos o mesmo sítio.

Vou ser directo quanto a isso: a Getreidegasse como a maioria dos visitantes a vê, entre as 10h e as 18h, não é um local de fotografia. É uma rua comercial pedonal apinhada de pessoas. Seja qual for a fotografia que está a imaginar, não é possível fazê-la nessas condições sem enganar significativamente (compressão com teleobjectiva, corte muito selectivo, ou pós-processamento considerável).

A fotografia pode ser feita às 7h. A Getreidegasse está vazia — genuinamente, quase de forma fantasmagórica — às 7h de uma manhã de semana. As padarias estão abertas, mas as lojas turísticas estão fechadas e não há ninguém a obstruir as linhas de visão. A luz da manhã vem de leste, o que às 7h em maio significa uma luz suave e direccional a baixo ângulo a entrar na rua pela direcção da Staatsbrücke. As insígnias em ferro forjado projectam sombras sobre as fachadas. As entradas das passagens estão escuras e atraem o olhar para o interior do enquadramento.

Fiz três tentativas nesta rua. A primeira foi às 10h à chegada, para perceber como ficava. Ficava cheia. A segunda foi às 7h10, que estava certa. A terceira foi às 7h com nuvens, o que eliminou as sombras mas tornou os tons gerais mais calmos e uniformes. Prefiro a segunda.

Se não é um madrugador dedicado, a Getreidegasse talvez não seja a fotografia a priorizar. Há outros locais na cidade velha que recompensam visitas mais tardias. Mas se estiver disposto a chegar lá às 7h — e em Salzburgo no início do verão há luz razoável a partir das 5h30 — esta rua é genuinamente bela de uma forma que a versão com multidão oculta por completo.

As pontes do Salzach na hora dourada

O rio Salzach divide a cidade velha na margem ocidental da cidade mais nova na margem oriental, e a vista das pontes principais — a Staatsbrücke e a Makartsteg logo a norte — na hora dourada é uma das fotografias subvalorizadas de Salzburgo.

Olhando para ocidente a partir da Staatsbrücke ao pôr do sol, vê-se as torres da cidade velha ao perto, em contraluz, com o rio em primeiro plano a apanhar a luz. A paleta de cores é quente e urbana: fachadas em ocre e terracota, o verde do rio, a massa escura do Mönchsberg a erguer-se atrás. Não é tão icónico quanto a imagem de Mirabell com a fortaleza ao fundo, mas é uma fotografia mais honesta de como a cidade realmente parece.

A janela da hora dourada é estreita — vinte a trinta minutos antes e depois do pôr do sol. A vantagem é que este local é acessível durante todo o dia, pelo que não é preciso estar lá às 7h. A Makartsteg em particular é caminhável a qualquer hora, e a multidão de pessoas que a usa na hora dourada não é fotogénica mas é manejável com paciência e disposição para esperar por uma brecha. Um tripé é útil aqui para exposições mais longas que suavizem a superfície do rio.

A escadaria da Abadia de Nonnberg

A Abadia de Nonnberg situa-se na encosta oriental do Festungsberg, ligada à cidade velha por uma longa escadaria de pedra que sobe a partir da rua Nonnberggasse em baixo. Esta escadaria — estreita, ladeada de um lado por um muro de pedra e do outro pelo muro do mosteiro, com a fortaleza visível a erguer-se acima da linha de telhados — é um dos locais de fotografia menos visitados e mais significativos de Salzburgo.

A escadaria é também o cenário de uma das experiências fotográficas mais auto-referenciais que a cidade oferece: é reconhecível de The Sound of Music, o que significa que algumas das pessoas nas escadas estão lá por causa do filme, e saber isso muda a forma como a fotografia se sente, pelo menos para mim. Tenho duas versões desta imagem: uma de manhã cedo quando a luz estava boa e a escadaria estava vazia, e outra ao meio-dia quando três grupos diferentes fotografavam o próprio acto de fotografar as escadas. A primeira é a que partilharia.

A luz da manhã (9h–11h) incide na escadaria a um ângulo útil, vinda de leste sobre o Kapuzinerberg do outro lado do rio. Os degraus em si, gastos por seis séculos de freiras beneditinas, são visualmente interessantes a qualquer ângulo. O que faz a imagem funcionar é o enquadramento: deixe que os muros comprimam a perspectiva, deixe que a curva das escadas conduza o olhar para cima em direcção à fortaleza que aparece acima da linha de telhados. Uma focal mais longa aqui — 50–85 mm — produz uma compressão mais natural do que um grande-angular, que distorce a alvenaria.

A escadaria é de acesso gratuito e está aberta a todas as horas. A própria abadia é um convento beneditino activo e geralmente não está aberto ao público.

O Kapuzinerberg a olhar para ocidente sobre a cidade velha

O percurso do Kapuzinerberg na margem oriental do Salzach é o miradouro elevado menos visitado de Salzburgo, tipicamente eclipsado pelo Mönchsberg na margem oposta. É precisamente essa falta de visitantes a razão para ir.

O caminho que sobe o Kapuzinerberg demora cerca de vinte minutos desde a Linzergasse até ao ponto onde as árvores se abrem e a vista para a cidade velha do outro lado do rio fica visível. O que se vê daqui é o panorama ocidental: toda a Altstadt de Salzburgo estendida pelo vale, com Hohensalzburg no seu rochedo à esquerda, as cúpulas da catedral ao centro, e a face do penhasco do Mönchsberg como margem direita da composição. O Salzach é visível em primeiro plano, uma linha prateada a separar o miradouro do sujeito.

Esta é a fotografia que mais se parece com o postal clássico de «Salzburgo vista do alto», e é feita a partir de um caminho que tem talvez uma dúzia de pessoas logo cedo pela manhã, em vez das centenas que percorrem o trajecto do Mönchsberg. A melhor luz aqui é a meio da manhã — a cidade velha fica virada para ocidente, por isso precisa que o sol tenha subido além do Kapuzinerberg antes de estar totalmente iluminada — aproximadamente das 9h30 às 11h numa manhã de verão. O final da tarde e a hora dourada funcionam bem para tons quentes nas fachadas, embora a fortaleza entre na sombra mais cedo do que seria de esperar.

Fiz esta imagem quatro vezes ao longo de duas visitas e continuo sem saber qual prefiro: a versão de alto contraste com sombras nítidas às 10h, ou a versão de luz quente e suave às 18h com a cidade a começar a brilhar. Ambas são melhores do que tudo o que fiz a partir do Mönchsberg, demasiado movimentado para trabalhar confortavelmente.

O bordo do Mönchsberg a olhar para noroeste

Este não é um miradouro específico, mas um troço do caminho da borda do penhasco ao longo da crista do Mönchsberg que se abre intermitentemente para vistas a noroeste sobre a cidade nova e a planície além. É menos dramático do que o panorama do Kapuzinerberg sobre a cidade velha, mas para fotografias ao final da tarde ou à noite quando a luz vem de ocidente e incide nas faces rochosas e nas colinas além da cidade, produz uma fotografia menos tipicamente salzburguesa e mais atmosférica — o tipo de imagem que mostra a cidade no contexto da sua implantação alpina em vez da sua arquitectura barroca.

O ponto de acesso a partir do Museum der Moderne ou pelo elevador Aufzug a partir da Gstättengasse no lado ocidental ambos funcionam. O caminho em si é um percurso pedonal popular e terá pessoas em qualquer hora, mas as secções junto ao bordo do penhasco onde as vistas se abrem permitem uma espera paciente.

Uma nota prática sobre o Mönchsberg especificamente: vale a pena fazê-lo uma vez para orientação, mesmo que não seja o seu local principal de fotografia, porque o elevador gratuito (Aufzug) torna-o o miradouro mais fácil de alcançar sem caminhada, o que importa se estiver com pouco tempo ou a explorar locais antes de decidir onde investir uma manhã inteira a sério. Usei a minha primeira visita ao Mönchsberg exatamente assim — cinco minutos no topo com a câmara do telemóvel, verificando enquadramentos, antes de dedicar duas manhãs completas ao Kapuzinerberg.

Notas de equipamento para esta cidade em particular

Salzburgo não exige equipamento especializado, mas algumas coisas fizeram consistentemente diferença ao longo de três dias de fotografia. Uma objetiva zoom de gama média (equivalente a 24–70mm) cobriu a maioria dos locais acima; a escadaria de Nonnberg e qualquer imagem urbana comprimida beneficiaram de algo mais longo, na gama dos 50–85mm, que vale a pena levar como segunda objetiva em vez de confiar no corte da imagem.

Um tripé de viagem pequeno compensa o peso extra para as exposições longas nas pontes do Salzach e qualquer trabalho de luz baixa no interior do DomQuartier ou da catedral, onde o flash é geralmente proibido e a luz disponível, embora atmosférica, é fraca. A proteção contra intempéries tanto na câmara como na objetiva é genuinamente útil, dado com que frequência as condições mudam dentro de uma única sessão — fui apanhado por três aguaceiros curtos e intensos, distintos, ao longo de três dias, nenhum previsto com qualquer antecedência real.

A margem norte de Hallstatt: a fotografia que toda a gente faz e porque ainda funciona

Hallstatt fica a duas horas e meia de Salzburgo em transporte público e a uma hora de carro, e a fotografia clássica de reflexo a partir da margem norte — as casas pintadas empilhadas, a torre da igreja, o lago em espelho, as montanhas atrás — foi feita aproximadamente dez milhões de vezes. Incluo-a aqui não como sugestão original mas como relato honesto de porque ainda funciona e do que realmente é preciso.

A fotografia do reflexo exige água parada e a luz matinal certa. Água parada ocorre regularmente de manhã cedo, antes de os barcos dos grupos turísticos começarem a circular e antes de o vento ganhar força. A luz certa para esta composição é nuvens suaves ou sol matinal a baixo ângulo vindo de leste. A combinação destas duas condições — água parada mais boa luz — acontece com mais regularidade entre as 7h e as 9h.

Estava no miradouro da margem norte às 8h15 de uma manhã de maio com nuvens e sem vento. A superfície do lago estava suficientemente lisa para produzir um reflexo perfeito. Havia seis outros fotógrafos no miradouro, o que é completamente gerível. Às 10h30 o mesmo miradouro tinha fila. As imagens que fiz às 8h15 com luz suave de nuvens estão genuinamente entre as melhores fotografias de paisagem que já fiz em qualquer lugar, o que digo com plena consciência de que sou uma entre dez milhões de pessoas que estiveram nesse mesmo sítio exacto.

O guia de excursão a Hallstatt cobre tudo o resto sobre visitar a aldeia. Para fins fotográficos, o facto mais importante é este: se não pode estar no miradouro da margem norte antes das 9h, a fotografia do reflexo que está a imaginar não é a que vai fazer. A versão da tarde existe — a vista voltada para sul, a luz quente nas fachadas — mas o reflexo, que é a imagem, pertence à manhã.

Luz sazonal: quando o mesmo local muda de carácter

Cada local acima muda substancialmente com a estação, e vale a pena ser específico quanto a isto em vez de tratar a “hora dourada” como uma fórmula fixa. A luz de inverno em Salzburgo é mais baixa e rasante ao longo de todo o dia — mesmo fotos ao meio-dia no Mirabell ou no Kapuzinerberg têm um calor que o sol alto de verão não produz, e a neve na fortaleza e nos Alpes ao fundo acrescenta um contraste que o verde do verão não consegue igualar. A contrapartida são dias mais curtos: a luz aproveitável em dezembro vai aproximadamente das 8h às 16h, o que comprime consideravelmente as janelas de fotografia acima descritas.

O outono (outubro, início de novembro) é possivelmente a estação globalmente mais forte para fotografia aqui: as multidões já diminuíram desde o pico do verão, o ângulo da luz já é baixo sem os dias curtos do inverno, e as florestas do Salzkammergut à volta de Hallstatt e do Kapuzinerberg mudam de cor. A primavera traz um tempo imprevisível, mas céus genuinamente dramáticos — a combinação de frentes de tempestade alpinas e períodos de clareamento produz algumas das imagens únicas mais marcantes que já fiz nesta região, ao custo de muita espera pelas condições certas.

Para uma primeira caminhada de orientação pela Altstadt antes de se comprometer com um plano de fotografia, uma visita guiada a pé é uma forma razoável de identificar rapidamente enquadramentos e pontos de vista, mesmo que volte a fotografá-los devidamente no seu próprio horário.

Visita guiada a pé Mozart e Cidade Velha: uma orientação útil antes de planear a sua própria rota fotográfica

Uma nota sobre «demasiado Instagram»

Tenho consciência de que algumas destas fotografias — o pano de fundo da fortaleza em Mirabell, o reflexo de Hallstatt — existem na fronteira do que razoavelmente se poderia chamar trabalho original ou pessoal. São composições que foram feitas tantas vezes que fazê-las de novo requer alguma justificação.

A minha resposta a isso está por resolver, mas é honesta: um lugar genuinamente belo é genuinamente belo independentemente de quantas vezes tenha sido fotografado. A composição de Mirabell funciona porque é geometricamente sólida e a luz faz com que funcione. O reflexo de Hallstatt funciona porque o mundo natural, numa manhã de águas paradas, produz algo extraordinário.

O facto de muitas pessoas terem visto estas imagens não torna a experiência de as fazer menos real. O que importa, penso eu, é chegar às suas próprias condições — a luz específica, a manhã específica, a ausência específica de outras pessoas — em vez de simplesmente replicar a versão mais processada e saturada que encontrou no Instagram. O lugar merece melhor do que isso, e você também.

O guia de Salzburgo para primeira visita é útil para a logística geral de se mover por estes locais. A conclusão consistente que tirei de três dias de fotografia dedicada nesta cidade é a mesma que se aplica em todo o lado: chegue cedo, tenha paciência, e valorize o momento não planeado em detrimento do agendado. A imagem que mais fica comigo desta viagem não é a de Mirabell nem o reflexo de Hallstatt, mas uma ruela estreita na Altstadt às 7h50, onde a luz entrava por uma fenda entre edifícios exactamente no ângulo certo, e não havia mais ninguém, e durou cerca de quatro minutos.

Perguntas frequentes sobre Os melhores locais para fotografar em Salzburgo (e a verdade honesta sobre cada um)

Qual é, no geral, a melhor hora do dia para fotografia em Salzburgo? Início da manhã, aproximadamente das 6h30 às 8h30, em quase todos os locais deste guia. As principais atrações de Salzburgo estão simplesmente livres de multidões antes das 9h de uma forma que nunca acontece mais tarde, independentemente da estação.

Preciso de um tripé para estes locais? Ajuda para as fotos da hora dourada nas pontes do Salzach e qualquer trabalho de exposição longa, mas a maioria dos locais diurnos — Mirabell, Getreidegasse, Kapuzinerberg — permite fotografar à mão dada a luz matinal adequada.

A excursão de um dia a Hallstatt vale a pena só para fotografia? Sim, se conseguir comprometer-se a chegar antes das 9h para a foto do reflexo na margem norte. Chegar mais tarde ainda lhe dá uma bela vila, mas não a fotografia específica do reflexo que a maioria das pessoas vai buscar.